segunda-feira, 22 de junho de 2020

EMPRESÁRIO É PRESO ACUSADO DE CONTRATAR A MORTE DA EX-MULHER E DA FILHA

                                      

A Polícia Civil prendeu neste final de semana em Imperatriz, (MA) o empresário Geraldo Abade Souza.  De acordo com as investigações do Departamento de Feminicidio ele seria o mandante do assassinato da sua ex-companheira Graça Maria Pereira de Oliveira, ( 54 ) e a filha dela Talita Friseiro de Oliveira, 25 anos. O autor do crime que também já está preso teria sido um pedreiro que foi contratado por Geraldo e teria recebido R$ 5 mil para cometer o crime. A polícia também prendeu um mestre de obras que teria sido o intermediário entre o mandante e o autor. Pelo que foi apurado na investigação. Geraldo que era separado da vítima vinha perdendo alguma disputas para a ex-mulher na justiça. Em uma delas Graça ganhou o direito de assumir a administração de uma empresa do casal. Ela também  ganhou recentemente o direito de posse de um  terreno de alto valor no mercado de imóveis.  Em função disso Geraldo teria tramado a morte da ex-mulher.
O PLANO
A empresária Graça de Oliveita e a filha Talita de Oliveira foram encontradas mortas na manhã do último dia 7, na casa onde moravam no bairro Quintas do Calhau. Os corpos estavam enrolados em lençóis e foram deixados dentro de um carro na garagem da casa. O pedreiro contratado para cometer o crime trabalhava em uma obra ao lado da casa das vítimas. Em função disso ele tinha acesso a casa da empresária para passar com materiais de construção e entulho. A empresária também dava água e comida para o acusado. Naquele local também trabalhava o mestre de obras que intermediou o crime. No dia do crime o mandante estava em Imperatriz para evitar suspeitas e o autor foi então para o local onde entrou na casa com o consentimento da vítima. Graça foi amarrada e amordaçada e acabou sendo asfixiada por estrangulamento. Já Talita levou várias pancadas na cabeça e morreu com traumatismo no crânio. O pedreiro confessou o crime a polícia e disse que o plano era tocar fogo nos corpos dentro do carro para apagar vestígios. Ou até mesmo acender uma  vela na cozinha e abrir o gás para provocar um incêndio no imóvel. Os três acusados estão presos a disposição da Justiça. 

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