quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

POLICIAL MILITAR FEMININA AGREDIDA POR CORONEL PEDE AJUDA AOS COLEGAS DA CORPORAÇÃO


A policial feminina que foi agredida pelo coronel Marco Antônio Terra Shutz, fez uma  apelo dramático pedindo ajuda nos grupos dos policiais militares. Com a voz embargada a policial mostra sinais de depressão e diz que não reúne forças para viver. Ela agradece a ajuda que tem recebido dos amigos de farda. A policial foi vítima de uma agressão em junho de 2017 nas dependências do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar no Calhau. Ela mantinha um relacionamento com o coronel Marco Antônio Terra e acabou sendo agredida por ele naquela oportunidade. O caso ganhou grande repercussão depois que imagens de câmeras de segurança registraram na Avenida dos Holandeses o acusado perseguindo e ameaçando a vítima que foi obrigada a entrar no carro onde as agressões teriam continuado. 

INQUÉRITO
O caso foi apurado através de inquérito feito na Delegacia Especial da Mulher  e pela Corregedoria de Policia. No entanto passado esse tempo o acusado nunca foi punido. Na ano passado a vítima chegou a fazer um  desabafo nas redes sociais afirmando que na verdade ela era que estava sendo punida. A policial alega que ficou sem dia arma e tinha que pegar ônibus todos os dias tinha que sair de São Luís  para tirar serviço no 13° BPM no municipio de São José de  Ribamar.  Em dezembro do ano passado o coronel Marco Antônio Terra se envolveu em um  outro episódio. Ele teria entregue uma viatura para o filho que não tinha habilitação e em função  disso foi  detido em uma barreira do Batalhão Rodoviário Estadual,  (BPRV ) em São Marcos. Ao tomar conhecimento do fato o coronel foi até o local e liberou o filho e o veículo. Atualmente ele está afastado respondendo um procedimento instaurado por determinação do governador Flávio Dino,  (PCdoB).

2 comentários:

  1. se fosse uma parenta minha, eu ia da uns tapa nesse corone só pra ver se ele é mesmo brabo.

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  2. Vamos por partes:

    A colega PM realmente foi punida, sendo penalizada com transferência para outro município da ilha para abafar o caso da agressão sofrida. A cúpula da PM não tem interesse em punir o oficial, mas se fosse um praça a história seria outra.
    Se a questão envolvesse um civil e um oficial da PM, a vida do civil viraria um inferno de perseguições.
    Se fosse a soldado que tivesse agredido esse coroné covarde, estaria presa e seria expulsa da PM.
    E no caso do filhinho de oficial, sempre que são abordados por Polícia, Civil ou Militar, seus paizinhos se apresentam e interferem na abordagem, desmoralizando quem apenas cumpre seu dever.
    O governador deveria cobrar ao atual e recém empossado Comandante uma solução correta para o caso, sem protecionismo e muito menos espírito de porco, digo, corpo

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