quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

ASSALTANTE MORTO EM CONFRONTO COM A POLÍCIA TINHA LIGAÇÕES COM DELEGADO

O assaltante de bancos Adriano da Silva Brandão, morto essa semana em confronto com a polícia na cidade de Tucurui, (PA),  tinha ligações com o delegado Thiago Matos Bardal. A afirmação foi feita nesta quinta-feira,  (6),pelo secretário de segurança Jefferson Portela.  Bardal, permanece preso acusado de envolvimento com organizações criminosas responsáveis por assaltos a bancos  no Norte e Nordeste do País.  De acordo com as investigações Adriano que era considerado um dos assaltantes mais perigosos assaltante da região pagaria cerca de 100 mil reais por mês ao delegado e a outros policiais em troca de cobertura e informações privilegiadas.
TIROTEIO E MORTE
Adriano morreu na última terça-feira,  durante um confronto com policiais em uma área de matagal na cidade de Tucurui. Ele estava sendo procurado pela polícia da região acusado de fazer parte do bando que assaltou naquele município no último dia 3, um avião da empresa Prossegur e roubou todo o dinheiro.  Ao ser cercado na mata. Adriano teria reagido armado com um fuzil AK-47. Após a morte de Adriano a polícia continua o cerco na região para tentar localizar o restante do grupo.
LIGAÇÕES PERIGOSAS
O delegado Thiago Bardal foi preso no final do mês de novembro deste ano durante uma operação da Superintendência Estadual de Combate à Corrupção, (SECCOR)  e Grupo Especial de Combate a Organizaçãoes Criminosas Criminosas, (GAECO) do Ministério Público. Ele teve a prisão preventiva decretada juntamente com o investigador de polícia João Batista de Sousa Marques,  conhecido como "Batistinha" e os advogados Werther Ferraz Junior e Ary Cortez Prado Junior . Conforme as investigações o grupo fornecia informações privilegiadas para as quadrilhas de assaltantes de bancos e ainda dava cobertura para os criminosos.  Os acusados ainda recebiam uma mesada paga pelos bandidos e ainda tinham participação no lucro dos bandidos.   Em Maio deste ano Thiago Bardal foi preso juntamente com policiais militares e o advogado Ricardo Jefferson Muniz Belo . Eles respondem  processo na justiça por envolvimento com uma organização criminosa que atua no contrabando de cigarros e bebidas.

                       






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